09/01/2014

Envie sua fanfic: Um ano novo diferente

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Oooooi gente *u*
O Envie sua fanfic de hoje é da Eloísa e ela tem 15 anos. Espero que vocês gostem :)



"Um ano novo diferente"
Era uma noite de ano novo onde mais uma vez eu saia com os meus amigos para começar mais um ano de muita festa, bebidas e garotas. Estava pronto para sair de casa quando recebi uma mensagem da minha mãe me desejando feliz ano novo e que eu tenha juízo durante a noite. Ri e peguei um dos meus carros. À poucos metros de minha casa, vi uma mulher grávida andando pela rua. Estranho, o que uma mulher grávida estava fazendo sozinha em uma noite de ano novo?
Diminui a velocidade e comecei a acompanhar a mulher, com uma distância razoável. Um pouco mais a frente ela parou dando um grito alto. Me assustei obviamente. Logo sai do carro para ver o que tinha acontecido com ela, me aproximei, encostei em seu ombro vendo seu rosto que demonstrava dor e desespero.
- Menina, pelo amor de Deus, não me diz que você está dando a luz agora?- perguntei vendo sangue saindo dela.
- Por favor me ajuda, depois disso juro que o senhor nunca mais vai me ver.
Ela falou isso lutando contra sua dor. Eu não pensava muito no momento só em o que fazer para ajudá-la. A peguei no colo e coloquei em meu carro e disparei em direção ao hospital. Chegando lá, peguei uns documentos que estavam na bolsa que ela carregava para fazer o registro dela na recepção e quando me perguntaram o que eu era dela, respondi que era noivo dela. 
(...)
Estava sentado há mais de três horas esperando. Faltava apenas alguns minutos para o ano novo, quando ouvi um choro de bebê misturado com um grito. Não sei por que porém meus olhos se encheram de lágrimas de emoção naquele instante. Meu celular já tinha mais de 30 mensagem e ligações dos meninos, mas a minha atenção no momento era outra, era saber sobre o bebê e ela cujo qual ainda não sei seu nome mesmo estando com sua identidade. 
Logo apareceu um médico, perguntando sobre o noivo da menina em que deu entrada em trabalho de parto, me levantei:
- Por tudo que é mais sagrado me diz que eles estão bem.- Disse com um ar desespero, o que estava mesmo acontecendo.
- Acalme-se jovem, está tudo bem, só vim lhe chamar pois a sua noiva lhe aguarda. - Assenti e o segui até o quarto dela. Entrando lá vi que ela estava amamentando uma pequena criaturinha. Ao me ver se aproximar ela me olhou sorrindo e se ajeitou na cama, logo o médico saiu do quarto nos deixando a sós.
- Obrigada, muito obrigada. - Ela me disse.
- Só fiz o que achava que tinha de fazer, mas agora eu quero saber o que você fazia na rua aquela hora da noite.
- Eu não tinha para onde ir, meus pais me expulsaram de casa quando eu descobri que estava grávida, depois disso eu ia toda noite a um dos abrigos que você pode passar a noite, tipo daquele filme do Will com o filho, então, só que eu cheguei atrasada desta vez e não tinha como ficar lá. Durante o dia eu ficava por ai, andando, indo a lugares onde pudesse comer ou fazer minhas consultas. Acho que é isso. - Ela dizia estas coisas com lágrimas nos olhos.
- Nossa, você é forte. Me desculpa, mas eu ainda não sei o seu nome.
- Meu nome é Elle, o seu você nem precisa dizer, quem não sabe sobre você. - Ela disse dando um sorriso de lado. A bebê começou a resmungar chamando atenção de Elle. - Oi meu bebê, a mãe te ama sabia? Queria muito poder te dar o melhor mas eu não posso, pequena.
- Sem ser indelicado, como você arrumou uma filha? Você me parece tão nova.
- Coisa de adolescente bêbado, eu não lembro de muita coisa, mas dai que surgiu minha pequena, minha esperança. Eu nem sou tão nova assim, tenho 18 a algum tempo. 
Meu celular começou a tocar, olhei quem era e vi que era minha mãe.
- Oi mãe.
- Graças a Deus menino pensei que tinha morrido. Seus amigos estão te ligando há horas. Onde você está, Justin?
- Estou no hospital, mas nada me aconteceu.
- Então está fazendo o que ai?
- Vim começar um ano novo com um grande presente, minha pequena e minha noiva.
(...)

2 anos depois:
Era mais um dia que eu chegava do estúdio, um dia puxado mas nada fora do normal, estava louco para chegar em casa e encontrar as mulheres da minha vida. Estranho dizer isso, pois nossa história começou bem diferente das outras, e agradeço a Deus por ela ter entrado em minha vida, ela mudou completamente meu jeito de ver o mundo. 
Hoje Hope, nossa filha, está com dois anos e não ela não é minha filha de sangue mas quem olha pensa que sim. Elle no inicio não aceitou a ideia de eu ter feito uma loucura em casar com ela sendo que éramos novos ainda, ela tinha 18 e eu 19 mas eu fiz aquilo por Hope e não me arrependo pois junto com Hope veio uma linda mulher que hoje chamo de esposa.
Mal abri a porta e escutei uma risada vindo da cozinha, segui até lá, e encontrei Elle e Hope sujas de massa de chocolate.
- Ei, vocês começaram a bagunça sem o papai chegar? Que injusto. - Disse eu fazendo graça.
- Oi amor, como foi no trabalho hoje? - Elle me perguntou me dando um beijo.
- Bem, nada fora do normal. - Disse enquanto pegava Hope de seu colo e dava uma lambida em sua bochecha, recebendo uma gargalhada em troca. - Elle, o que você acha de dar um irmão ou irmã pra Hope em? - Disse a olhando com malícia e ela me sorriu igualmente.
Posso dizer que nossa história não é normal, mas o amor está presente nos nossos dias. Espero que sejamos infinitos pra sempre.

Notas finais da autora: Oi gente, essa é primeira vez que posto alguma coisa. Espero que gostem. É isso, obrigada pela atenção e meu Twitter é @biebsmeuleito. Bjus pra vcs.

6 comentários:

  1. Que lindooooooooooo!
    Que perfeiiitoooooooooo!!
    Que tudoooooooooooooooo!!!

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  2. Noss q lindo amei parabéns pela criatividade!
    Ass: Polly !¡!

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  3. Diferente e muito legal. Amei, amei, amei! *-*

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