02/12/2013

Only Best Friends: Capítulo 7 - I'll not take advantage of the situation

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Apenas fique aí e me veja queimar
Bem está tudo certo porque eu adoro o modo como isso dói - Eminem Love The 
Way You Lie

Justin Bieber POV
Com expressão de surpresa Katherine me olhava. Talvez eu tenha falado demais, porém era a verdade. Eu realmente estava disposto a tentar criar um relacionamento com ela. Quem sabe com o tempo, até sentimentos? Estava organizando as coisas em minha cabeça, o beijo realmente não saía da minha mente. Os lábios de Kath eram diferentes de qualquer um que já tenho provado, macio e doce. Delicado e feroz ao mesmo tempo.
Suspirei vendo seu olhar franzido para mim, eu entendia que ela não queria estragar nossa amizade, eu juro que entendia. Só não entendia o porquê de ficar se preocupando tanto com isso, se há instantes atrás ela não havia pensado nas consequências disso. Se é que iria ter consequências.
— Tudo bem! – eu disse por fim, encarei a vista do lado de fora. Ouvi Kath bufar e depois ela quebrou o silêncio.
— Vai ficar assim comigo agora?
— Assim como? – perguntei sem olhar para ela. Kath não me respondeu só a ouvi bufar novamente e depois se jogar na poltrona que tinha de frente a qual eu estava sentada. Passei a língua nos lábios e comecei a cantarolar baixinho uma musica da qual não me lembrava do nome, pelo canto do olhos pude ver que Kath me observava o que fez com que eu quisesse sorrir – Justin?
— Sabia! — a olhei rindo
— Sabia o que?
— Que você não aguentaria ficar sem falar comigo por um minuto – ela me encarou com tédio e depois revirou os olhos – O que foi?
— Nada não — dei de ombros e voltei a cantarolar, só que dessa vez um pouco mais alto.
— Me acompanhe – pedi para Kath e ela riu — Cause you are the piece of me I wish I didn't need. Chasing relentlessly, Still fight and I don't know why
— If our love is tragedy, why are you my remedy?If our love's insanity, why are you my clarity?— ela cantarolou e depois caiu na gargalhada. E naquele momento eu decidi que faria qualquer coisa para ouvir sua risada pelo resto da minha vida.
— Você canta muito mal – falei rindo e ela tacou seu travesseiro em mim.
— Cala a boca! – riu e se levantou sentando ao meu lado, mais especificamente encostando sua cabeça no meu peitoral. A abracei forte e depositei um beijo em seu cabelo. Kath bocejou e eu a encarei.
— Dorme! – ela assentiu e fechou os olhos, dormindo não muito depois disso.


Alguém me balançava tentando me acordar. Resmunguei diversas vezes, mas não adiantou.
— Justin seu idiota, acorda logo – tinha que ser Kath. Bufei e finalmente abri meus olhos.
— Que é?
— Já chegamos, estou te chamando há séculos – revirei os olhos pelo seu exagero.
— Que horas são?
— 19hrs — assenti e me levantei.
— Kenny já pegou suas coisas e levou para o quarto onde você vai ficar – assenti novamente e me espreguicei. Saímos do ônibus e entramos no hotel pela porta dos fundos, já que havia muitos paparazzi na entrada principal. Apertei o botão do elevador e Kath parou ao meu lado, passei meu braço pelo seu ombro e ela pela minha cintura.
— O que vamos fazer agora? – perguntei.
— Eu queria ir para uma balada, que tal? – arregalei os olhos e ela me olhou sapeca – Que foi?
— Isso não é sua cara! Você nunca curte ir a baladas.
— A minha intenção de ir a uma balada Bieber, é dançar não pegar garotos.
— Tudo bem então, senhorita Collins. Nós vamos a uma balada – ela sorriu.
— Você vai chamar os meninos? – o elevador se abriu e então entramos. Apertei o botão do último andar.
— Se você quiser eu chamo – Kath ficou em silêncio parecendo pensar.
— Vamos só nós dois? – olhei para ela e lancei um sorriso malicioso. Porém, Kath pareceu não perceber.
— Pode ser! – saímos do elevador e segui para meu quarto, que era o ultimo do corredor – Qual é seu quarto?
— Do lado do seu! – sorri – Chloe disse que vai ficar com Jace no quarto dele.
— Hum! Então quando for 22hrs eu passo no seu quarto, pode ser?
— Pode – ela sorriu fraco e fitou o chão. Coloquei minha mão em sua bochecha e a acariciei, Kath me olhou e sorriu – Quais são suas intenções, Bieber?
— Que?— perguntei rindo – Nenhuma.
— Sei – ela cerrou os olhos.
— É verdade – disse sério – Eu não quero forçar nada, entende? A não ser que eu entender que você está me dando mole! – dei de ombros e ela riu.
— Você é um idiota.
— Um idiota que vai acabar te conquistando – ela corou – Nossa, já está coradinha?
— Justin, para, por favor – ela disse séria dessa vez.
— Está bem! Estou indo me arrumar agora.

Katherine Collins POV
Newark, Nova Jérsei, EUA – Quarto – 21:45PM
Depois de me vestir e fazer uma maquiagem forte, mas não muito chamativa, olhei-me no espelho e fiquei satisfeita com que via. Suspirei e acabei dando risada, as coisas entre eu e Justin haviam saído um pouco da linha. Não queria levar a diante algo que poderia nos machucar, ou estragar nossa amizade.
Meus pensamentos cessaram quando bateram na porta.
— Entra! — disse ainda me encarando no espelho. Justin abriu a porta e depois veio em minha direção.
— Uau! Você está linda! – me virei para ele e sorri.
— Você está um gatão também — ele riu e estendeu sua mão.
— Vamos?
— Só um minuto – peguei meu gloss e o passai, vendo pelo espelho Justin me observar – Pronto!
Seguimos até sua Land Rover de mãos dadas, o que era extremamente estranho entre nós dois. O caminho até a balada foi em silêncio, um pouco desconfortante para o meu gosto. Assim que Justin estacionou na entrada, a atenção foi tomada para seu carro. Na hora que ele desceu, as pessoas começaram a cochichar e quando eu desci de seu carro foi que as coisas pioraram. Não sei de onde surgiram tantos paparazzi de uma hora para outra, flashes vinham de todos os lugares, aquilo estava me cegando. Senti Justin me envolver em seus braços e finalmente entramos no local. A fachada da balada não chamava muita atenção, porém dentro dela era muito bonito. Luzes coloridas tomavam o lugar, música alta para caramba, pessoas pulando e dançando loucamente. Aquilo era o paraíso.
— Você já quer beber alguma coisa? – Justin perguntou gritando e eu assenti. Seguimos até o bar e Justin pediu uma dose de Jack Daniels para ele e um refrigerante para mim.
— Coca-cola?— perguntei incrédula e ele riu – Ah não Justin, isso não é justo!
— Não será justo eu ter que carregar você bêbada – revirei os olhos.
— Eu não vou ficar bêbada, eu prometo – juntei as duas mãos e ele revirou os olhos e depois assentiu. Dei um pulinho e beijei sua bochecha – Te amo seu feio.
— Tô sabendo! – troquei minha latinha de coca por uma tequila.
— Vem, vamos dançar! – puxei a mão e fomos para pista. Ao som de Stay The Night, todos ali dançavam. Levei minhas mãos para o alto e comecei a mover meu corpo conforme a batida da música. Justin me acompanhava de frente para mim, dançando e se exibindo por ser o centro das atenções. O DJ trocou o som para um remix de Summertime Sadness, o que era demais porque eu simplesmente amava essa música. Senti os braços fortes de Justin me envolverem por trás e eu estremeci, dei de ombros logo em seguida e comecei a movimentar meu quadril o que levou ele a apertar minha cintura e levar sua boca até meu ouvido.
— Não se atreva a fazer isso novamente! — sorri satisfeita e rebolei mais uma vez, só que dessa vez fui até o chão. Eu estava sóbria, sabia muito bem o que estava fazendo e que também o estava provocando. Mas eu não ligava, era só colocar a culpa na bebida no dia seguinte. Justin me virou para poder me encarar, seus braços trataram de me envolver, os meus foram até seu pescoço enquanto continuávamos a dançar no ritmo dos remixes. Os lábios de Justin permaneciam em meu ouvido onde ele sussurrava algumas coisas. Um cara que dançava atrás de Justin, trombou nele o que fez com que seu corpo chocasse com o meu e nós dois arfarmos. No mesmo instante, Jus começou a beijar meu pescoço lentamente me fazendo delirar, seus lábios macios e gelados na minha pele nua.
— J-Justin — gaguejei e gemi ao mesmo tempo.
— Hum? — ele perguntou e mordeu minha orelha — Eu estou louco para te beijar — senti minhas bochechas arderem em chamas. Afastei-me um pouco dele e continuei a dançar. Ele sumiu da minha vista, deveria ter ido ao bar, dei de ombros e continuei a me movimentar até um cara, que aparentava ter uns vinte e cinco anos se aproximou de mim.
— E aí gata? — ele gritou e eu o ignorei — Ei, dando uma de difícil? Que isso! Posso te fazer companhia?
— Estou acompanhada! — disse e ele gargalhou.
— Estou vendo — ele olhou ao meu redor — Quem foi o trouxa que deixou uma menina linda como você sozinha?
— Justin Bieber — ele riu como se fosse a melhor piada que tivesse ouvido.
— Acho que o álcool já subiu na sua cabeça, não?
— Eu estou falando sério — ri — Ele é meu amigo. Meu melhor amigo!
— Bom, enquanto seu amigo não aparece eu faço companhia pra você.
— Obrigado, não precisa! — sorri sínica.
— Qual é, ele te deixou sozinha — ignorei ele novamente e voltei a dançar. Só que o cara insistiu em me perturbar. Atrás de mim, ele começou a passar suas mãos pelo meu corpo o que me deixou enojada.
— Tira a mão de mim — disse séria e ele riu.
— Eu curto muito meninas bêbadas.
— Claro, até por que são elas as mais fáceis de pegar não é mesmo? Agora, por favor, me dá licença — deixei o cara falando sozinho e fui atrás de Justin, a balada estava cheia o que dificultava se movimentar tranquilamente. Fui até em direção aos banheiros e trombei em alguém.
— Te achei mocinha! — disse Justin.
— Te achei? Eu que estava te procurando, onde estava?
— Eu fui ao banheiro e depois passei no bar — peguei a garrafa de bebida que ele segurava e dei um enorme gole.
— Se eu tivesse bêbada, eu iria ser estuprada ali mesmo.
— Que?
— É! Um carinha estava tentando me fazer cair na cilada dele. Ele tem lábia
— Ainda bem que você é mais esperta — ri. Voltamos a dançar. Perdi as contas do quanto eu bebi, minha cabeça já começava a girar. Eu não estava mais nenhum pouco sóbria. Justin havia parado de beber há algum tempo. Agora tocava Play Hard, eu com as mãos na cintura de Justin, mexia meu corpo para todos os lados.
— É melhor irmos.— disse ele.
— Aaaah por que? — perguntei fazendo bico.
— Amanhã tenho show Kath — assenti mesmo sem concordar. Minhas pernas estavam bambas. Eu estava tropeçando nos meus pés. Justin passou seu braço pela minha cintura e assim seguimos para o seu carro. No meio do caminho eu acabei dormindo.



Justin Bieber POV
Estacionei meu carro no subsolo do hotel. Kath permanecia dormindo toda torta no banco, saí do carro e fui até a porta do passageiro. Peguei ela no colo e segui até o elevador, com grande dificuldade entrei no mesmo e apertei o botão do andar em que permanecíamos. Em trinta segundos o elevador abriu no seu respectivo andar, sai do elevador e fui até a porta do quarto que Katherine estava hospedada. Coloquei-a de pé, e ainda segurando sua cintura, peguei a bolsa que ela usava e de lá dentro tirei o cartão para poder abrir a porta. Entramos no quarto e a deitei na cama, tirei sua roupa lentamente para não acorda-la o que não adiantou por que quando fui tirar seus sapatos ela abriu os olhos.
— Justin...
— Shh! — disse.
— Minha cabeça está — antes de ela terminar a frase, deu um pulo da cama e saiu correndo em direção ao banheiro, fui até ela preocupado e a encontrei se apoiando no vaso e colocando tudo o que havia bebido para fora. Segurei seu cabelo para não suja-lo, depois de um tempo ela respirou fundo e se levantou cambaleando.
— Acabou? — perguntei, mas ela não respondeu. Seus olhos estavam fechados e do nada ela começou a rir, revirei os olhos — Você precisa de um banho — liguei o chuveiro na água gelada e a empurrei para dentro do box de peças intimas. Kath continuava a rir, séria até engraçado se eu não estivesse preocupado. Ela não é acostumada a beber, não aguenta uma ressaca.
— Justin vem cá! — ela disse manhosa. A ignorei e peguei o sabonete a entregando.
— Passa o sabonete no corpo, menina — sem sucesso algum, tive eu mesmo que ensaboar seu corpo. O que me deixou completamente intrigado por que ela tinha um corpo belíssimo e você tinha que ter forças suficientes para se controlar. Terminei de ensaboar suas pernas e subi para a sua barriga, Kath colocou sua mão em meu queixo fazendo eu olhar em seus olhos. Não pude deixar de lembrar de nosso primeiro beijo e também não pude deixar de sentir uma vontade louca de beijar seus lábios. Apesar de tudo, eu tinha que me controlar.
— Me beija Justin! — ela sussurrou e eu senti as coisas lá em baixo se animar.
— Vira de costas — a ignorei e ela também fez o mesmo. Kath colocou sua mão em minha nuca e me puxou para perto de si colando nossos lábios. Estremeci ao sentir sua boca entreaberta, sem resistir agarrei sua cintura e tomei seus lábios em um beijo feroz. Minha língua explorava cada canto de sua boca, seu beijo estava com gosto de vodka misturado com diversas bebidas, o que não era nada ruim, pelo contrário, era excitante. Tomando em mente aonde poderia chegar às coisas, me afastei dela bruscamente.
— Não podemos! — eu disse ofegante.
— Como assim? Você não me quer mais, Justin? Não era isso que parecia hoje cedo — ela passou sua mão pelo meu peitoral e se aproximou de mim começando a beijar meu pescoço, que por sinal era meu ponto fraco. Tentando ignorar o quanto Kath estava me provocando, desliguei o chuveiro e peguei a toalha que estava pendurada no box, a enrolei e levei-a no colo até o closet. Peguei um conjunto de peças intimas branca e uma camisola azul marinho.
— Coloca isso aqui! — a entreguei, ela pegou e quando nossas mãos se tocaram ela puxou meu braço — Katherine, não.
— Mais Justin — ela resmungou, aquilo já estava me irritando.
— Olha, você está bêbada e eu não sou capaz de me aproveitar disso entendeu? — segurei em seus ombros e encarei seus olhos — Veste sua camisola e vá dormir, por que tenho certeza de que se transarmos agora, você não irá se lembrar amanhã. E eu, bom, eu não quero que isso aconteça. — ela assentiu tristonha, beijei sua testa antes de voltar para o quarto enquanto ela se trocava. Minutos depois, ela saiu do closet já vestida e foi até o banheiro onde escovou os dentes. Uma vez já deitada na cama, fui até seu lado e sentei ali. Comecei a afagar seus cabelos, ela estava de costas para mim e permanecia em silêncio.
— Não quero que fique brava comigo — disse.
— Não estou brava — percebi que o efeito do álcool ainda não havia passado, então decidi não tocar no assunto. Segurei em sua cintura e a puxei a fazendo ficar de barriga para cima, dei um beijo demorado em sua testa e depois eu a abracei forte, quando ela passou seus braços em minhas costas eu disse.
— Sua primeira vez tem que ser especial, entende? Tem que ser com uma pessoa que você confie muito. Eu não quero aproveitar da situação, não sou capaz disso — olhei em seus olhos, ela assentiu.
— Eu te amo! — sorri e dei outro beijo em sua testa.
— Também te amo, pequena! Agora dorme, amanhã cedo eu passo aqui
Levantei-me e certifiquei que ela estava coberta, segui para o meu quarto e fui direto tomar um banho. Eu sabia que o eu te amo de Kath, assim como o meu, era relativo a nossa amizade. E como já dito, eu queria mudar isso!

DUAS SEMANAS DEPOIS...
As coisas entre eu e Katherine não estavam nada boas. Quer dizer, não é a mesma coisa. E parece que, agora, eu entendo o que ela queria dizer em relação a estragar nossa amizade.
Ás vezes parecia que ela me evitava e aquilo estava me deixando irritado, todas ás vezes que me aproximava dela para fazermos alguma coisa, Kath inventava alguma desculpa. Se não era dor de cabeça, era a cólica infernal que ela sentia. 
Sem contar também, no tanto que eu venho pensando nela nessa semana. Pensando nela de forma diferente de costume, lembrando o minúsculo tempinho em que tivemos um "relacionamento". Eu disse a ela que nada mudaria entre nós dois, mas vejamos... mal nos falamos e quando falamos é o básico ou as suas atuais desculpas. Inconformado como as coisas estavam ficando, me levantei da cama do meu quarto e desci as escadas de casa, peguei a chave da minha Ferrari e meu celular e fui até a garagem partindo em direção a sua casa. 
Scooter havia dado uma folga para mim e para a equipe. Duas semanas, pouca coisa pelo visto do tanto que trabalho, porém o bastante para poder descansar. Eu consegui convencer a minha mãe de ficarmos essas duas semanas na casa em que temos em Nova York, já que Kath morava aqui e eu não estava afim de ficar longe dela. Alguns minutos depois, estacionei meu carro na frente de sua casa, a qual eu sou completamente apaixonado, desci e o portão logo foi aberto já que os seguranças me reconheceram. O pai de Kath, Math, é um arquiteto incrível e reconhecido praticamente no mundo inteiro. A mãe não trabalha, mas sei que ela é formada em moda e que uma vez ou outra desenha para grandes marcas. Thomas seguiu o mesmo caminho que seu pai, o que torna a família Collins bem sucedida. 
Cheguei finalmente na porta da casa e bati. Luce, a governanta da casa, abriu a porta e sorriu ao me ver. Ela tinha cerca dos sessenta anos e era um amor de pessoa.
— Justin! — eu a abracei — Como vai o meu garoto preferido?
— Estou bem e a senhora? — dei um beijo em sua bochecha e ela me olhou brava.
— Já disse que não gosto que me chame de senhora — ri — Mais estou bem sim, obrigado — entrei na enorme casa e suspirei — Kath não disse que estava te esperando.
— E não está! — sorri fraco — Ela está em casa?
— Sim, ultimamente nem vem saído muito — ela franziu a testa — Oh céus! Esqueci o bolo no forno, Justin fique a vontade — dei risada e assenti. Como todos ali me consideravam de casa, subi as escadas e caminhei até o quarto de Kath.
— Connor eu já disse que não! N-Ã-O, você entendeu ou quer que eu desenhe? — ouvi ela gritar, apertei os paços e abri a porta do seu quarto devagar. Ela estava na varanda do quarto e falava ao telefone, pelo seu jeito estava bem irritada — Que? Claro que não! Você nunca mais vai encostar um dedo em mim, ouviu? Eu tenho nojo de você, até achei que poderíamos nos dar bem um dia. Mas depois do que você fez comigo, hãn, sem chances! — ela gritou e desligou o telefone, ouvi ela bufar. Acho que não foi uma boa hora para nos acertar, não liguei para isso, fechei a porta e bati, para tentar transparecer que havia acabado de chegar. Ela gritou um entra e assim fiz. Fechei a porta atrás de mim, ela agora estava sentada na escrivaninha mexendo em seu notebook.
— Nós podemos conversar agora? — perguntei e ela deu um pulo.
— Justin? Que susto — ela me olhou e depois desviou o olhar.
— Vai arranjar alguma desculpa hoje? — cruzei meus braços — Kath... eu não estou entendo o que está acontecendo com nós. Quer dizer, com você! Qual o problema, hum? — ela ficou em silêncio por algum tempo.
— É que estou confusa em relação ao meus sentimentos. Eu só preciso colocar as coisas no lugar.
— E isso inclui se afastar de mim? — perguntei com a testa franzida.
— Não, claro que não — ela se aproximou de mim — Só preciso te esquecer um pouco.
— Me esquecer?
— É, você tem ocupado a maior parte do meu pensamento, ultimamente — direta ela não? Dei risada.
— Engraçado... Comigo é a mesma coisa! — ela arqueou a sobrancelha e eu ri novamente — Só que não é só você.
— Quem mais? 
— Ultimamente venho pensando muito em você e o quanto o seu beijo é bom — puxei sua cintura e selei nossos lábios ferozmente. Me surpreendi quando Kath correspondeu ao beijo e enlaçou seus braços em meu pescoço, pedi passagem com a língua e ela aceitou. Enquanto uma mão minha segurava sua cintura e acariciava a mesma com o polegar, a outra alisava suas costas de leve. Subindo e descendo. As mãos de Kath brincavam e puxavam meu cabelo. Deixei o beijo se tornar mais calmo e até mais carinhoso, nossos lábios se moviam com uma precisão imensa. Era bom demais para ser verdade. No meio do beijo, eu deixei escapar um sorriso o que fez Kath soltar uma risadinha. Quando a falta de ar foi aparecendo, mordi o lábio inferior de Kath e o puxei deixando ele deslizar sobre meus dentes enquanto olhávamos um para o outro. 
— Senti sua falta — ela disse por fim e eu sorri, beijando seus lábios novamente. Só que dessa vez mais rápido.

— Eu também!



Hii! Demorei um pouquinho para postar por que estava sem criatividade!
Mais esta ai, espero que tenham gostado :) 
Hoje faz um mês do primeiro show da Believe Tour aqui no Brasil e, 
eu não estou bem por conta disso, passou muito rápido e eu fico lembrando 
a todo instante! 
Outra coisa, Midiane dos Santos casa comigo? Sério você é muito 
fofa haha!
Beeijos e não esqueçam de comentar!

11 comentários:

  1. Perfeito! Meu Deus eu tenho que admitir, eu leio IBs incríveis, mas nenhuma meche tanto comigo quanto essa! É simplesmente incrível! Por favor amore, continua logo ta? Ta perfeito!

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  2. AAAAAAAAAAAAAAI QUE COISA MAIS LINDA! Meu e quem era esse ser que ela estava falando no telefone? status: curiosa. Continua amor bjs

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  3. Tem q continuar pfvvvvv continua to enlouquecendo aqui

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  4. Ohhh meu deus, eu queroo muito a continuação dessa fanfics... o0

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  5. continua logo, ameeei, aaah \õ
    melhor ib desse bloog <33
    /nanda

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  6. Muito perfeito esses dois juntos *-* Sério, amando demais a sua Ib, continua logo, please... Beijos gata!

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  7. hammm ameii !! ameii !!

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